Para escolher e cuidar
Um resumo do que eu explico todo dia no WhatsApp. Os detalhes estão nos artigos.
Qual flauta é para mim?
Para começar
Pífano em Dó ou em Sol. O Dó é o menor e segue a escala natural, dó ré mi fá sol lá si; tem muita partitura nesse tom. O Sol é um pouco maior, tem som mais encorpado e é o que mais sai aqui.
Mãos pequenas ou criança
O Dó é a indicação. No Sol, a maior distância entre um furo e outro fica em torno de 4 cm; no Dó, uns 2,5 cm. Se precisar, faço os furos um pouco menores e mais próximos.
Nunca tocou
A flauta nativa (NAF). O bloco leva o ar até a borda, então o som sai de primeira.
Já toca
Uma flauta de madeira com cabeça cônica, ou um tom mais grave. As oitavas ficam mais equilibradas. A grave pede mais abertura de dedos e mais ar.
PVC, bambu ou madeira
O PVC é para quem quer investir pouco e ter uma flauta afinada e resistente, até à água; o som tem menos volume e é mais opaco. O bambu tem o som brilhante e tradicional do pífano. A madeira é mais resistente, cada uma tem seu timbre, e só nela eu faço a cabeça cônica. Mas o que mais pesa no som é o formato de dentro e o acabamento interno bem feito.
Cuidados
- Depois de tocar, seque por dentro com a vareta e a microfibra na ponta.
- Óleo de amêndoas extra virgem: uma vez por semana no primeiro mês, depois uma ou duas vezes por mês.
- Nada de sol, carro fechado ou lugar muito úmido. Guarde no estojo ou num pano.
- Nunca passe álcool, nem 70 nem gel, em flauta com goma-laca: ele dissolve o acabamento.
- Nas flautas com encaixe, use o lubrificante de cortiça que vai junto.
- Pode tocar à vontade desde o primeiro dia.
Toda flauta vai com a tabela de digitação. Veja também as tabelas de digitação de todos os tons.