Igor Bastosflautas
Sobre

Igor Bastos

Luthier e pifeiro. Moro e tenho meu ateliê no Vale do Capão, na Chapada Diamantina.

Comecei em Salvador, trabalhando com as mãos: madeira, artesanato de bambu e peças de tabacaria. Aos 23 anos ganhei minha primeira flauta e ali encontrei o que queria fazer.

Aprendi fazendo. Com a experiência no bambu passei a criar minhas próprias flautas, pesquisei muito e fui acertando técnica e som. Também sou pifeiro, então faço o instrumento pensando em quem vai tocar. Minhas referências no pífano são Mestre Edmilson, Chau do Pife, Zé do Pife, João e Sebastião Biano.

Já fiz um pouco de tudo: rabeca, kalimba, guitalele. Isso me deu bagagem para improvisar e construir minhas próprias ferramentas, como os alargadores das flautas de madeira. Com o tempo senti a necessidade de focar, e hoje me dedico às flautas e aos estojos.

Se estiver passando pelo Capão, me avise antes e venha conhecer o ateliê, tomar um café e fazer um som.

O ateliê hoje, no Vale do Capão: bancada, ferramentas e a máquina de gravação a laser.
O ateliê, no Vale do Capão.

O que sai daqui

Busco juntar beleza, conforto para tocar e qualidade de som, com atenção a cada detalhe. Quero ser lembrado por pesquisar o som de cada flauta.

Flauta marchetada em pé, junto a uma bananeira.
Flauta irlandesa de roxinho em 3 partes, sobre tecido verde no capim.
Quatro flautas nativas de bambu lado a lado.
Pífano de roxinho e madeira clara sobre um tronco.
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